Toda a gente e ninguém.
Euforia e tristeza.
Certeza e desordem.
Onde andas tu "intermédio" que vem equilibrar o meu barco?
Não sabes que já não sou o teu fantasma?
Suplico-te.
Aparece, por favor.
Espero que consigas ver através das minhas paredes.
Espero que me apanhes porque já estou a cair.
Equilibra-me e serei a pessoa mais feliz do mundo.
Desequilibra-me e deixarei o barco afundar.
Nesse caso, não voltes para mim...aliás, não voltes nunca.
IC, 26/12/2013
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